domingo, 11 de abril de 2010

INTEGRANTES DO PARANGOLÉ SOFREM ATO DE RACISMO EM MINAS GERAIS.


A dançarina Xênia Bispo, do grupo baiano Parangolé, contou emocionada uma história de racismo recente sofrida pela banda liderada por Léo Santana.
Xênia revelou que os integrantes do grupo foram vítimas de racismo em um hotel de Araxá, em Mianas Gerais.
"Eu estava andando pelo corredor do hotel, quando passei pela governança e escutei uma funcionária do hotel dizer ao telefone que o Parangolé estava hospedado lá e que éramos “uma turma de pretinhos desgraçados”.
Xênia revelou que, mais calma, “para não perder a razão”, resolveu ir conversar com a funcionária.

Esta, no relato da baiana, disse que não queria ofender o grupo e que o termo “pretinhos desgraçados” não era pejorativo em Araxá.

Ainda de acordo com o relato de Xênia, a mulher chegou até a pedir autógrafo para uma neta como pedido de desculpas.

A dançarina não deu e ainda mandou essa.
Já que não é pejorativo, vou escrever: "um beijo para sua neta desgraçadinha".
Depois disso, Xênia deu a conversa por encerrada e o grupo resolveu então fazer uma reclamação formal com os proprietários do hotel, do qual preferiram não revelar o nome, e a funcionária foi demitida.

O Parangolé preferiu não envolver a polícia no caso.

A dançarina comemorou a demissão da funcionária.

Nenhum comentário:

Postar um comentário